Wednesday, January 21, 2004

Dicionário Obsceno 

Senaita:
Crica, gruta, cona, rata, caverna, buraco do ozono (dedicado à minha mãe - o Diabo te tenha em agonia).

Mangalho:
Madeiro, nabo, tolinhas, pepino, mangueira, caralho, tronco, mastro (glorioso, dedicado a mim - Não, não sou benfiquista.)

Entrefolho:
Cú.

Dúvidas / Sugestões: É deixar na merda dos comentários, ou então... Escrever um rotíssimo mail para onethatufear@hotmail.com

Tuesday, January 06, 2004

On my way... 

Ia eu para o trabalho, descansadinho da vida, pelo meu roteiro habitual. Como Lisboa anda cada vez mais caótica, nem sequer se põe a hipótese do carro: Metro com ele e aí vou eu com os tomates aos saltos. Digo aos saltos, porque se vê no metro de absolutamente tudo, desde a mais focinhuda croma até à mais tesuda das boazudas. Mas já estou a devanear; não foi isto que vim contar. Saio do meu café preferido de todas as manhãs, depois de mais uma dose de cafeína para o sistema sanguíneo, de modo a aguentar o dia, quando me deparo com uma marafina que ia a passar. Nada de especial; à volta de metro e sessenta, rodando pelos 50, 55 quilos, mamas mais ou menos, rabiosque empinado... O médio, digamos. O que me atraiu nesta marafina foram mesmo as pernas: bem torneadas, bronzeadas, com o comprimento certo, musculadas mas não em demasia, enfim, uma rameira que numa cama ainda me havia de dar uns sufocos valentes. Ainda tinha meia hora; podia bem ver para onde ia a gaja a ver se arrancava, pelo menos, um desentope-tolas. Foi o que fiz. Por sorte, a gaja também ia para o metro; começava bem. Eu já estava positivamente passado dos cornos com o abanar daquele par de nádegas à minha frente. Chegados ao subsolo, sento-me; ela prostou-se, de pé, à minha frente, como que provocando-me ainda mais. Não me fiz rogado e meti conversa.
"Desculpa, mas não pude deixar de reparar em ti."
"Eu também reparei em ti."
"Ah, sim? E em que reparaste tu?"
"Reparei que reparaste..."
Nisto, pisca-me o olho e adianta-se, visto o metro estar a chegar. Entramos, e ficamos ambos em pé, pois aquilo vinha cheio que nem sardinha em lata. Agarrei-me ao apoio do tecto e entreti-me a olhar para a manfarrona. Fui apanhado, pois também ela estava a olhar para mim. Coisa rara: corei. Como que adivinhando o que eu estava a pensar, ela diz-me:
"Então? Não precisas de corar... Sei bem em que pensas; também eu o penso..."
E sem mais delongas, agarra-me o mastro, já de si duro de antecipação, com bastante mestria; afagava-o suavemente, acariciando-o com a perícia de quem sabe bem o que faz. Correspondendo, agarrei-lhe o já dito par de nádegas que começava a povoar os meus perversos pensamentos, dando ao meu corpo uma sede de foda que teria que ser consumida brevemente. Bem firme e redondo, aquele cagueiro depressa me cativou ainda mais profundamente, razão pela qual a minha outra mão desceu firmemente e sem rodeios para dentro das suas cuecas. À minha espera estavam um clito basto excitado e uma crica molhada como poucas. Ambos estávamos terrificamente excitados, porém receosos que algum dos passageiros mais próximos de nós notasse algo. Como não havia sinais de percepção vindos dos demais, continuámos o nosso jogo. Ela massajava-me o nabo vigorosamente, deixando-me cada vez mais louco. Eu, entre cócegas no clito, penetração de dedos racha acima e invasão de entrefolho por dedo armado, ia-a ouvindo gemer cada vez mais alto e a arfar cada vez mais depressa. Até que há uma altura em que eu, louco de desejo, lhe tento dar um beijo.
"Isso, não... Desculpa, mas temos que parar por aqui."
Ela saiu na próxima paragem. Eu segui o meu caminho, ainda a arder de desejo de foda por dentro.
Chegado ao trabalho, corrida para a casa de banho e a vigorosa punheta. Insuficiente, porém. Mas o dia ainda não tinha acabado...

Sunday, January 04, 2004

Cheguei a casa rebentado. Só me apetecia mesmo era enfiar o meu corpo na banheira, cobri-lo com um roupeiro, sentar-me na poltrona e assistir, calmamente, ao Benfica-Sporting. Antes de tudo, porém, tinha que passar pela cozinha, para mordiscar qualquer coisa antes de jantar. Rita, a minha mulher, estava a fazer o dito cujo, quase nua, apenas com um avental e umas cuecas. A minha mulher tem um corpo inacreditável; eu sou mesmo um filho da puta com sorte. Tem 32 anos, mas absolutamente tudo no sítio. Umas mamas redondas, firmes, fartas como o caralho, umas pernas imaculadas, um cú de levantar o Zé Tolas a um morto e a cona mais molhada que eu fodi até hoje. Dei-lhe um beijo naqueles lábios carnudos e um estalo nas nalgas. Ela correspondeu e arranhou-me o peito. Fiquei de periscópio erguido, periscópio esse que ela não hesitou em colocar dentro da boca. Não sou propriamente um deus caralhudo; tenho um mangalho perfeitamente normal. Não admira, portanto, que ela o consiga engolir todo, por entre umas mordidelas e lambidelas. Tem imenso jeito para o broche, a puta da minha mulher. Enche-me de tesão. De tal modo me enche de tesão, que peguei nela pela cintura, dobrei-a e arrefinfei-lhe o nabo pela crica adentro. Rita gemia. Eu gemia. Ela pedia para eu a foder com força. Aquela xana molhada apenas me impelia a empurrar a mangueira com mais força. Quando me estava prestes a vir, Rita parou. Pediu-me para lhe comer o cu. Nada a que não esteja habituado; com a minha mulher, faço tudo. Pu-la, então, de quatro, no chão. Espetei a língua de fora e rocei-lhe as bordas do buraco; ela gritava de prazer. Depressa me pediu para a enrabar. Coisa que fiz, sem ser preciso pedir duas vezes. Vou aos céus, de cada vez que arrepio caminho pelos seus entrefolhos. Em vigorosas pauladas, rasguei o cu da minha mulher até ela rebentar de prazer. Não rebentei eu, porque ela não deixou. Quando se veio, virou-se ao contrário e meteu, uma vez mais, o meu pau na sua boca. Onde me fez vir, entre chupadelas repletas de luxúria e lambidelas estonteantes nos meus colhões. Pedi-lhe para me vir na sua boca, a que ela acedeu prontamente. No momento do clímax, a sua garganta abriu-se para receber a minha esporra, que saía em jorros tais que a engasgavam. Tinha acabado. E o jantar tinha-se queimado; mais uma vez, tínhamos sido obrigados a ir comer ao McDonald's.

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